Diogo Fukumoto: DJ | REMIXER | ELECTRONIC MUSIC PRODUCER.

Archive for fevereiro, 2012

Música eletrônica: Diogo Fukumoto ‘Till you trip’ (Original Mix).

Minha idéia nesta faixa foi fugir um pouco dos meus timbres mais sombrios, como na faixa ‘The things you said’ e fazer uma música mais alegre, ou ainda, uma faixa mais com cara de Dance-music.

Mas confesso que não resisti e encaixei vocais bem robóticos maquiados com vários efeitos.

Confira:


A música eletrônica na telona – Março, 22 | Can u feel it – The UMF Experience.

WORLD PREMIERE MARCH 21 – Bayfront Park Amphitheater, Bayfront Park, Downtown Miami. http://www.can-u-feel-it.com

IN SELECT THEATRES MARCH 22 Across the United States for ONLY ONE NIGHT. http://www.fathomevents.com

CAN U FEEL IT is the experience of UMF on the big screen. It’s a feature length film about a new generation seen through the eyes of the world’s greatest DJ’s. Tiësto, David Guetta, Carl Cox, Afrojack, Fedde le Grand, Boys Noize will be the headlining superstars that will take you on an electrifying journey through UMF and the world of dance music.

The film makes you feel like you are on the dance floor and in the DJ booth at the same time and has the pace and feel of a music video mixed with in-depth storylines on the artists, the event and especially the rise of dance music around the world.

UMF is the world’s premiere electronic music festival. It is like the Olympics for electronic dance music (EDM) and every year during Miami Music Week all the major EDM artists and fans from around the world collide in Miami for this ultimate experience in dance music.

“It’s the biggest dance party in the world” says Tiësto about UMF.

“The whole world is dancing now”, says David Guetta explaining the global explosion of dance music.

Get closer than ever before and feel the vibe and the energy of the UMF experience.

CAN U FEEL IT?

*Also featuring: Armin van Buuren, Avicii, Steve Aoki, Laidback Luke and Will.i.am.

The film was shot during Ultra Music Festival Miami in 2011.

Created by Final Kid
Directed by Charly Friedrichs
Produced by Robert Buisman and Remco Evers
Executive Producers: Russell Faibisch, Adam Russakoff and Charles Faibisch

A FINAL KID, DUTCH TILT PRODUCTIONS AND UMF FILMS PRODUCTION.


VCI-400: A controladora customizada e mapeada por Ean Golden + vídeo (Inglês).

VCI-400 Ean Golden Edition: Now Available.

It’s here! Ean’s remastering of Vestax’s flagship DJ controller is available today for preorders, and we’re very excited about this one. The Ean Golden Edition of the VCI-400 features a complete redesign, our Chroma Caps, the craziest DJTT mapping yet, and custom firmware. Continue reading for a full video with Ean showing off some of his favorite features of the device.

Click here to reserve a VCI-400 Ean Golden Edition

This first run will be a limited stock and we expect to sell out of them very quickly.  Please ask any questions you have about the controller in the comments and we will update the post throughout the day!

Fonnte:  Site “Dj Tech Tools”.

 


DJ Tor Four Styles e suas influências alternativas.

Victor Rodrigues Pereira da Costa.
(Tor FourStyles).

Natural de Mogi das cruzes – SP.
Nascimento: 01/01/1993.

Curso de DJ pela DJ Lab, Rio de Janeiro. (Online) 2010.
Curso de DJ pela DJ Ban, São Paulo – SP. (presencial) 2011.

Estilo: Comercial (com todas as vertentes) e
Alternativo (House, Tech-house eTribal).

Tor FourStyles : Difere-se por se gosto musical, que surpreende nas mixagens pelos variados estilos,
que variam dos 126 BPM á 130 BPM.

Brazilian DJ.


Dubfire @ TimeWarp 2011 – Interview – Uma aula de ‘Live performance’ (Inglês).

Vídeo da entrevista de Dubfire no ‘TimeWarp’ de 2011.

Dubfire detalha seu Setup e como os sincroniza nas suas apresentações.
O Mestre tb dá dicas de efeitos mais usados nos seus Sets, bem como suas preferências.
Praticamente uma aula de ‘Live Performance’.


Rio Music Conference – 2º dia – Música eletrônica; heterogênea; os estilos se fundem – “Take a moment”!

Via Rio Music Conference Facebook Page.

No 2º dia de Conferências RMC 2012, reuniu os DJs Roger Lyra, Junior C, Rodrigo Vieira, o músico e pesquisador acadêmico Alexei Michailowsky, Pedro Salomão da Rádio Ibiza, Anne Crunfli da XYZ Live, Juliano Lissoni do Grupo RBS, Lawrence Magrath da GEO entre outros.
Confira.


Aê DJ! Como gravar um SET ? Com o que ? Salvar, divulgar e etc. (via DJ Ban).

Antes de começar e só pra lembrar: não existe programa milagroso q mixe sozinho e
muito menos trabalho fácil, resumindo, tem q ralar!
Para vc fazer um excelente, ñ precisa ter equipamentos de ponta, mas tem q ter VONTADE!
Diogo Fukumoto.

A DJBAN, primeira escola de DJs a implantar no Brasil salas de treino e de gravação de SETesta disponibilizando nesse post, um pequeno tutorial básico sobre gravação, aí na sua casa ou gig! Muitas vezes por pequenas coisas, você não consegue obter a qualidade desejada perdendo um trabalho de horas…

Má qualidade na gravação, problemas com cabos, e assim vai… O ideal é sempre ter bons equipamentos para se obter a melhor qualidade possível, mas lembre-se que nem sempre o melhor é o mais caro e sim o que vai suprir suas necessidades. Como o nosso bate-papo é mais “DJ”, o enfoque será esse mas com a explicação, você pode gravar também sua coleção de vinis ou até mesmo fazer uma entrevista para sua faculdade! E depois ? Como salvar, por na internet, oferecer os “promos” ? Esta tudo aqui…

Existem várias formas de se gravar um SET, mas aqui destacaremos as duas mais usadas e uma que muitos não sabem como fazer:
-Através de um simples gravador portátil;
-Através de um computador com placa de áudio;
-Através do Traktor Scratch Pro (gravando) enquanto você toca;

Podemos encontrar vários modelos de gravadores de MP3, mas para a finalidade em se gravar um set, o mínimo que tal equipamento necessita ter é um entrada (IN) em estéreo… No mais, você terá os mais simples que podem ter pontos negativos como espaço (de gravação), não ser tão prático ou ter alto desgaste de baterias, e outros mais profissionais onde a “qualidade” associada ao espaço falam mais alto, além se serem muito intuitivos, e por isso, custam o preço, que é o caso do que explanaremos.

O modelo que apresentaremos (foto acima) é o Microtrack II da M-audio, um ótimo equipamento que grava direto em MP3 ou até mesmo em Wave, podendo já sair escutando seu SET (gravação) que foi feito há meia hora na “balada”. Sim, geralmente é em eventos, festas ou baladas que é mais viável um gravador portátil.

E tem segredo ? Não, mas todo o cuidado é pouco para não apagar por exemplo algo que você já tenha gravado e ainda não tirou do Microtrack II… Voltando para a parte operacional da gravação, vamos começar pela ligação entre o gravador MicrotrackII (IN) e a saída (OUT) “rec” do mixer.

- A entrada do Microtrack II é composta por um par de conectores P10 (também conhecidos como “bananão”).

– A saída de gravação do mixer (OUT), mais conhecida como REC, geralmente é composta por um par de conectores RCA.

Só serve a “saída rec?”
Resposta: Não necessariamente. Qualquer saída (OUT) lhe serve, incluindo a “MASTER” (como acima) ou “BOOTH” sendo que em ambas você ainda tem o volume… Depende também do local que você esta. Numa festa por exemplo, onde todo o “SET-UP DJ” (CDJ, Toca Discos, Mixer) já esta ligado, é muito provável que o “master” esteja para a pista e o “booth” para o seu retorno, logo, o mais apropriado é o “rec”. No entanto, se você esta no aconchego do lar e tem um mixer que lhe oferece duas, três saídas, sugerimos que você ligue o “booth” no seu sistema de som e o “master” para gravação, onde dessa forma, utilizará  o V.U para se policiar melhor ainda. Tá confuso ? Então liga no “rec” mesmo. O mixer não tem “rec” ? Volte o texto e faça/ refaça o processo.

- Para este tipo de ligação, necessitaremos então de um cabo RCA/P10.

E agora ? RCA (cabo) no RCA (conector do mixer)  e P10 (cabo) no P10 (entrada do gravador). Siga as cores que fica mais fácil ainda…

Após ter feito a ligação dos cabos, ligue o Microtrack II e escolha o tipo de arquivo para sua gravação, que pode ser WAV ou  MP3 (ver abaixo).
Modulou ? Não, não morde! Modular é perceber se o volume que você esta gravando é suficiente para que tenha boa qualidade. Exemplo: Você vai gravar sua voz e de uma pessoa para o TCC da faculdade e não quer que o som saia distorcido. OK. Aí você deixa muito baixo… O que pode ocorrer ? O microfone vai captar “também” qualquer barulho que apareça como chiados, cachorro do vizinho, etc. Se você fala mais baixo e seu entrevistado “grita”, de certo modo, a gravação ficará um horror, logo, coloque o microfone mais próximo a sua boca e menos na dele. Se você deixa tudo no “vermelho”, qualquer descuido e pronto, tudo a perder…

Numa gravação via “cabo” para o set e não voz via microfones é bem mais fácil pois não há essas oscilações… Ou talvez tenha! Imagina um set que você começa num ótimo volume e dada as circunstâncias, se empolga e dá-lhe volume… O set fica parecendo um “cone”. Para isso serve a modulação, mas ela não fará milagres, logo, seja disciplinado com o volume… Ache o “nível” ideal (meio termo) e siga até o final. E se for possível como citado acima, é melhor usar a saída “master” com apoio do grande V.U. Via “rec” é arriscado ? Não, (desde que você seja disciplinado)! Via “rec”, o preset fixo pode ser suficiente, salvo mixers que tem o preset muito baixo e depois dá lhe ganho na gravação. Mas lembre-se: Como não se trata de microfones, não captará chiados (salvo se o cabo estiver com problemas) e estando baixo o SET, dá para aumentar, no entanto se gravado “distorcido”, aí adeus!

Vamos gravar ?
É só começar, basta apertar o REC.

Gravou ?
Guarde seu arquivo com cuidado, passe depois para seu computador via USB, edite as pontas se preciso, salve ao seu modo preferido e pronto! (ver abaixo)

Vamos gravar agora um SET em um computador PC. Para gravar em MAC, utilize um software compatível como peakpro ou audacity etc.

Que software usar no PC ? Entre vários, indicamos o Sound Forge, que é até muito mais do que precisamos… O primeiro passo é ter uma máquina rodando legal, sem nenhum problema pois puxa um pouco o processamento e claro, você não quer oferecer um SET cheio de falhas… Se você vai comprar uma máquina hoje (PC ou MAC), de certeza a configuração será tranquila, mas imaginemos que você esta olhando para a sua “churrasqueira” que ainda liga, então indicamos que tenha no mínimo 2Gh de processamento, 2Gb de memória, uma placa de áudio bacana (PCI ou USB -ver abaixo-) e o HD (espaço do seu disco) ficará de acordo com a quantidade de arquivos que pretende armazenar…

“Não dá pra usar a placa on board que vem no meu PC ?” Poderíamos dizer SIM, basta usar o IN (entrada), mas você não que fazer algo legal ? Então qualidade é primordial, certo ? Ou você quer ouvir os graves na sua caixa acústica e depois na gravação “puf puf puf” ? Um MAC já pode ser bem melhor, mas nada como uma configuração de 24bit / 96KHz para começar a brincadeira “levando a sério”. E nem é tão caro viu… Existem placas de áudio para todos os gostos e bolsos, veja placas aqui . Em nosso tutorial, usamos uma M-audio Audio Phile 2496 PCI, placa que utilizamos em um dos estudios DJBAN.

Lembra do cabo lá em cima ? Utilizamos um RCA/P10. Já nesse outro caso, ao perceber que a placa tem conectores RCA (IN = entrada) e o mixer também RCA (OUT = saída), adivinha… Isso mesmo, a ligação do PC no mixer (e vice versa) deve ser feita através de um cabo RCA/RCA (abaixo).
Hmmmmm, você ainda persiste na sua plaquinha ? Então use um P2/RCA quando estiver ligando a placa on board do PC ou MAC. Nem todos os notebooks e desktops tem três conectores que deveriam ser: IN (entrada), OUT (saída de som para caixas ou fones de ouvido) e MIC (microfone). Se não tem, via MAC você liga no MIC e vai embora, mas no PC, ficará ótimo o set, porém com um “efeito” mais conhecido como “defeito”… Não perca tempo!

O cabo precisa ser grosso, pequeno, grande ?Quanto maior, mais grosso e ponto final. Um cabo de no máximo 2 metros faz todo o serviço numa boa sem necessidade de ser um “bitelão”. Já se seu computador esta no quarto da sua mãe com metros de distância….

Já tem o software ?
Após ter feito a ligação entre PC e Mixer, iniciaremos o Sound Forge e partiremos para a configuração.

Estando na barra de Menu, procure pela guia “options”. Estando na guia “options”, click na mesma e observe que vai aparecer uma lista de opções. Procure por “preferences” e dê um click.

Abrindo “preferences”, procure pela guia “audio” e dê um click nela. Já estando na guia “audio”, procure por “audio device type”. Observe que tem uma caixa de seleção ao lado, procure pela sua placa (M-Audio Delta Asio). Selecionou a placa correta ? Pressione OK. Lembre-se que a descrita é devido a “essa” placa. Se você esta utilizando uma placa chamada “qualquer outra coisa”, procure em “audio device type” o nome da mesma.

Feito isso vamos para a parte de gravação…
Observe qua na barra de botões do Sound Forge Você vai encontrar “Play”, “Pause”, “Avançar”, “Voltar”, “Parar” e também o botão que vamos usar: “Record”. Isso mesmo, parece aqueles gravadores de K7 que seu pai usava quando gravava fitas k7!

Esta pronto ?
Aperte o botão “Record” para que abra a tela de gravação. Abrirá a tela abaixo, que contém as informações da placa, tempo, volume que está entrando na placa (modulação, veja lá em cima o texto se não leu e veja abaixo os níveis em verde, amarelo e quase quicando no vermelho). Podemos considerar um bom sinal quando ele está chegando entre -8 db a 0 db.

Notas:
- Se o botão “monitor” não estiver clicado como acima, não será possível ver a modulação (não significa que não gravará).
- Sempre que for iniciar a gravação ou após um pequeno “clip” durante a mesma, click em “reset” para que tenha a modulação em tempo real.
- O botão “new…” é o que muda a qualidade do seu áudio (taxa de amostragem). O correto é o que se mostra: 44.100 Hz; 16 Bit; Stereo.
- O campo “device” mostra a placa que esta captando o sinal e numa desligada ou outra, pode aparecer o tal do “não sei o que do windows”, mude.
- Após modulado e preparado, clique em “RECORD”, na tela acima, ao lado do “arm”. Um botão vermelho ficará piscando. Esta gravando!

E se for uma placa de som USB ?

Não muda em nada! O processo é o mesmo, com exceção da placa ser conectada numa entrada USB do seu computador. Quer ver uma ?
FRENTE:

TRASEIRA (4 entradas e 4 saídas):

Fez o teste ? Modulou ? Preparado ? Apontar, música! Grave o SET com toda vontade possível e esqueça da “luzinha vermelha”.

Terminou ? É só clicar em “CLOSE” (fechar), ir novamente na barra de menu, clicar em “file” (arquivo) e procurar por “save as” (salvar como). Quando abrir a janela de opções para salvar, determine qual o tipo de arquivo você vai querer e claro, qual o local do seu HD vai colocar para saber onde esta. Faça uma pasta dos seus Sets. Uma boa pedida é salvá-los com datas. Ahhh, vai aparecer uns rabiscos que você já deve ter visto mas não sabia o que era:

Edite as pontas (início e fim) se houver pois é bem deselegante oferecer um SET com espaços em branco como acima. Clique com o cursor no início da onda (wave), clique no teclado a letra M (marcar), depois dê duplo clique entre o início da gravação (mesmo que seja o espaço em branco) e o começo do cursor (bem no meio). Perceba que esse pedaço ficou marcado -aceso-. Clique em “delete” e pronto. Fez “totô?” Use o “control z” para voltar o processo. Aprendeu ? Ótimo, treine mais dividindo agora seu set no número de músicas que ele tem e salve os arquivos separados para posteriormente gravar “faixa a faixa” (sem intervalos entre elas) para poder oferecer o CD PROMO “trackeado” ou seja, a cada “virada”, uma nova música aparece. O nero faz esse processo também, bem mais fácil…

Errei aos 45 minutos num set de 60!
É muito fácil editar no Sound Forge, porém ele não fará milagres naquela escapadinha… Se errou ou fez algo que não gostou, não precisa voltar tudo. Volte apenas a música de saída (ao erro) e continue o processo de gravação. Após terminar, “edite” fazendo a junção da música que teve o problema. Isso é assunto para um novo post, mas você pode fazer uns testes, é realmente bem fácil.

Se você é usuário do Traktor Scratch PRO (imagem acima) ou Serato SL3, não é necessário o processo acima pois sua interface tem IN (entrada) a mais, logo, basta um cabo RCA/RCA saindo do mixer (OUT) e entrando na placa (IN) e pronto. Você grava enquanto toca! Por que ? Porque a AUDIO DJ 8 (por exemplo) tem 8 entradas e 8 saídas… No caso, se usar apenas 4 para as funções do time code, ainda lhe sobrarão 4. Duas são (IN), logo, dá-lhe!

Na parte que consta as entradas do canal C, de números 5/6  (LINE IN) você vai ligar o cabo RCA. A outra ponta do cabo será ligada no (OUT) do mixer.

Na parte que consta as entradas e saídas 1/2 e 3/4 (A e B) serão ligados o time codes.

Não esqueça de configurar de acordo com o que fizemos acima para com a entrada (IN) já que nosso papo é sobre “gravação”. Vá em “preferences” e depois em “recording”:

Lembra que na placa você ligou o cabo no “C” ? então designe o canal C para sua gravação. Esta utilizando um set-up DJ externo ? Então deixe o “extern” ativado. Não esqueça de deixar o melhor espaço que tiver se também quer gravar seus sets em festas.

Na tela frontal do Traktor, clique na “fitinha” que aparece do lado direito da tela. (É o canal 2 do seu time code):

Após aberta, aparecerá a tela acima, cuja qual mostrará a tela de gravação do Traktor. Perceba que não estão ligadas as leds, portanto ainda não esta gravando.
clicar em rec para gravar acendera as leds Como gravar um SET ? Com o que ? Salvar, divulgar e mais...
Cuidado! Na tela acima você “não vê” a modulação dos sinais da gravação (L/R) mas deve aparecer! Após clicar no REC (segunda seta), a led “rec” (primeira seta) estará acesa o tempo de gravação estará piscando (seta três).

Se não quer ver essa tela (pois o “record” piscando ativa muito o psicológico), clique em cima da “fitinha” (FX) e voltará o canal 2 do seu time code.

Qual formato / qualidade gravar ?

É SET para internet ?
Então entre 96 a 128 Kbps esta ótimo. Fica mais leve para subir e também para quem vai baixar.

E se for para ouvir ou oferecer ?
MP3 Utilize no mínimo 320 Kbps se vai oferecer esse SET num CD. Perceba que num CD (700MB) é possível inserir vários sets em MP3, logo, utilize esse formato apenas em dois casos: UM > Se o set tem mais de 1:19 minutos (não ideal para um promo set) e DOIS > Se inserirá vários sets no mesmo CD. Obs: O CD em MP3 só poderá ser ouvido em reprodutores que leiam MP3 “ou” em CDROM (computadores).

WAV. É o formato normal para ouvir nos aparelhos de CD que não possuem MP3, normal em plataformas Windows, Microsoft.

AIFF Mesmo sistema acima, porém em plataformas Mac OS, Apple. Sim, esses dois formatos são melhores para oferecer “promocionalmente”.

Como passar para o CD, Pen Drive ?
Existem muitos no mercado, entre pagos e não pagos. Indicamos o Nero. Já para o Pen, sem segredos… É inseri-lo e “salvar como” no “pen drive”!

HORA DE DIVULGAR…

hora de divulgar Como gravar um SET ? Com o que ? Salvar, divulgar e mais...

Como subir para a internet ou passar para amigos o link do meu set ?
Se você tem seu site pessoal, o ideal é que “suba” para seu servidor e insira o mesmo no seu site na seção sets… Veja um exemplo no site de Ban
Se você não tem, pode usufruir de ótimos sites como SoundCloud ou PodOmatic. Tem planos pagos e não pagos.
Quer apenas mandar o link do seu set ? Utilize sistemas como Sendspace ou Rapidshare. Você faz o “upload” e a quem você enviou fará o “download”

Se ainda assim, não conseguiu gravar seu SET, ou o seu sistema não ajuda, tipo: não pode fazer barulho, o retorno não ajuda, o equipamento não é o que você gostaria, o cabo não entra, enfim: use os estúdios da DJBAN. E que tal fazer o curso de com todo o texto você não entendeu nada ? É só clicar aqui.

EM TEMPO: Você ouviu o seu SET ? Conferiu se o progresso do mesmo ficou como queria, tanto no repertório como técnica ? Se fosse um set que recebesse, teria curtido ? Onde pode ser melhorado ? É um set “promo” (para vários) ou prefere oferecer apenas para amigos bem pessoais que serão sinceros com você ? Seja bem crítico consigo mesmo. UM SET GRAVADO tem por obrigação estar ao menos de acordo com o que você gostaria de passar as pessoas. Você quer passar algo bom ou ruim ? Escutou o set e percebeu que tem uma, duas coisas que você mesmo não aprova, por que oferecer aos outros ? Lembre-se que numa apresentação ao vivo, qualquer coisa que aconteça pode não passar despercebido mão não será repetido, ao ponto que um SET gravado sempre será possível ouvir, ouvir, ouvir e ouvir de novo. Mesmo “for fun”, dê o melhor de si e só passe o SET depois de aprovado por você.
Até a próxima!

Por Rafael A. em 17/03/2010


Beatport released! EP “All that plans” de Diogo Fukumoto – Audiominima Records.

Já está disponível para download o EP “All that plans”, contendo as 2 tracks
“All that plans” e a comentada “The things you said”, ambas em versões
“Original Mix”.

Agradecimentos especiais a Eduardo Pavani, Fabio Groo, Diego Horbach,
Ricardo Tatoo, Ana Paula Canello, Andrew Thonpsom e Tor Four Styles que opinaram sobre as produções.
Deixo aqui meu “Muito obrigado” ao Xandek, proprietário da Audiominima Records que
acreditou no meu trabalho e me deu a oportunidade de lançar esse EP no maior site de vendas
de Música eletrônica, o BEATPORT.

O link do EP no beatport está abaixo:
http://www.beatport.com/artist/diogo-fukumoto/246688

Outros links:

http://www.trackitdown.net/track/diogo-fukumoto/all-that-plans-original-mix/house/4064570.html

http://www.juno.co.uk/products/1912524-02.htm

http://itunes.apple.com/us/album/the-things-you-said/id502174183?i=502174228&ign-mpt=uo%3D4


HOLY SHIP! 2012 Official Video.

Pre-Book your cabin for HOLY SHIP!! 2013 Now at www.holyship.com

Songs:
DESTRUCTO “LA FUNKY” (BNR TRAX)
KILL FRENZY “BOOTY CLAP” (DIRTYBIRD)
OLIVER “DIRTY TALK” (KITSUNE).


Hot Chip – Colours (Diogo Fukumoto Bootleg).


Pet Shop Boys – West end girls (Diogo Fukumoto Bootleg 2012). Free Download.

 


…antes de vc sair falando sobre música eletrônica: Música Eletrônica (não) é barulho.

Texto escrito hoje, 07/02/2012, por Gui Boratto, vale a leitura!

“No dia 17 de janeiro de 2011, o jornalista Marcelo Moreira, publicou no respeitado O Estado de S. Paulo, um artigo, na minha humilde opinião, um tanto áspero  sobre música eletrônica. Neste texto refere-se à  música eletrônica, como barulho. Afirmou que o sintetizador, inventado no final dos anos 60, é algo abominável. Massacrou artistas internacionais como Jeff Beck, Eric Clapton e nacionais como Edgard Scandurra (Ira!) e Iggor Cavalera (Sepultura).

 

Gostaria inicialmente de ponderar o seguinte.

 

O sintetizador abominável, foi, na verdade inventado e patenteado em 1928, por um russo chamado Léon Theremin. O invento é tão incrível que até nos dias de hoje, existem grupos de teremistas, os quais apresentam-se em museus, teatros, espaços públicos, etc.

 

Diversos artistas ainda exploram sua textura e sua peculiaridade de portamento. É o caso de nossa querida Rita Lee, por exemplo, que o vem utilizando desde a época de “Os Mutantes”.

 

O jornalista também afirma que DJ não é músico. Realmente não precisa necessariamente ser. Aliás, essa nunca foi sua proposta. Devo ressaltar ainda que alguns DJs executam suas próprias  produções e DJs que executam composições de parceiros. Eu, por exemplo, sou produtor e tenho a formação de músico. Estudei guitarra e piano por quase 15 anos. Por sorte da vida, tive o privilégio de ser aluno da professora e concertista (já falecida), Dirce de Moraes. A mesma foi aluna do célebre compositor, professor e musicólogo alemão Hans-Joachim Koellreutter, mais tarde exilado no Brasil, tornando-se grande amigo de Villa-Lobos, além de ser o primeiro professor de piano e harmonia de Tom Jobim, um dos pais da bossa-nova.

 

No final dos anos 80, comecei a “enjoar” da básica formação de rock: baixo, bateria e guitarra, passando a partir daí, a me enveredar pelas bandas pós-punk, que “flertavam” com sintetizadores. Foi o exato momento em que comecei a programar riffs e outros elementos com sequenciador e outros recursos, como sintetizador e sampler.

 

Posso dizer que demorei mais de 10 anos para “entender” o universo do “techno” e sua complexa simplicidade. Ao mesmo tempo que o techno é simples, ele é complexo nas texturas e na sua repetitive estrutura musical. O mesmo possui uma “paleta de cores” única, assim como uma pintura cubista de Braque ou Picasso, cheia de regras e intenções bem específicas. Aliás, tudo que se refere a arte, está repleto de intenções.

 

Para um leigo uma pintura acadêmica, como uma tela de Dario Mecatti ou Benedito Calixto, pode parecer mais complexa, mais erudita, mais difícil de ser pintada e até com maior valor artístico, se comparada a uma tela de Joan Miró ou Pablo Picasso. Há quem deve achar que um Miró ou um Picasso não são arte; qualquer um poderia pintá-los.

 

O próprio Picasso um dia disse a seguinte frase: ”Quando eu tinha 15 anos sabia desenhar como Rafael, mas precisei uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças…”

 

Vangelis deve estar se contorcendo em seu túmulo. Sim, o grande compositor, vencedor de Oscar, criador da maravilhosa trilha de “Blade Runner”, usou e abusou de sintetizadores para expressar suas composições, não só feitas de melodias e harmonias, mas carregadas de uma textura criada por osciladores, que geravam “sons” através da eletricidade. Vangelis deixou um legado para a posteridade. Legado esse, executado por sintetizadores.

 

Para aqueles que escutam apenas jazz conceitual, cheios de improvisos e virtuosismos, a bossa-nova ou um simples e bom rock podem parecer musicalmente pobres.

 

Arte é algo pessoal e íntimo.

 

As pessoas têm o direito de gostar ou não.

 

O jornalista pode não gostar da fase do Clapton em que ele utiliza esses aparatos e ferramentas eletrônicas, ou do Edgard Scandurra, ou ainda do Iggor Cavalera; outras pessoas os adoram.

 

Última  observação: estes artistas fazem música com amor.”

 

Gui Boratto – Arquiteto, músico e produtor.

 

 

TEXTO ORIGINAL DE MARCELO MOREIRA: Música eletrônica é barulho, não é música


Fernando Maylinch – da Discotecagem para a Fotografia.

Eu já estava devendo esse post pro Fernando Maylinch já a um tempo.

Fernando foi um dos primeiros caras que me apresentaram um par de toca-discos e CDJs.
Nem lembro o ano meu camarada, mas lembro da discoteca do Fernando com seus LPs vindos diretamente da gringa.
Vinis da Alemanha e do resto da Europa. Inevitável tb perguntar dos caminhos tortos da música eletrônica e dos “Perrengues” passados em baladas.
Em breve bate-papo pelo facebook, O Fernando me atualizou sobre seu release:

Descobriu música eletrônica ainda quando era bem novo, através de discos da época como Kraftwerk, passando por New Order e Depeche Mode, até chegar no Front 242.
Depois que foi a primeira vez no Hells Club em 96 sua vida nunca mais foi a mesma.
Sou apaixonado por techno na linha de Pet Duo, Cristian Varela, Eric Sneo, etc.
Meu gosto é variado e gosto de tech e deep house, como Silicone Soul, The Timewriter, Shur-I-Kan, Slam, Fish Go Deep, etc.
Gosto bastante de som com bpms baixos, arrastados, em torno de 118bpm, mas as tracks tem que ter algo que chamem minha atenção.

Eu vendi todos os meus lances, então nem sei mais o que é tocar.
Estou aprendendo fotografia, cada vez mais.
Mas quem sabe um dia eu compre algum controlador midi de novo.

Deu pra perceber q o cara manja né?

Abaixo, o Facebook do guerreiro:
https://www.facebook.com/fmaylinch

A seguir, algumas das fotos do Fernando q usei para ilustrar minhas mais recentes produções em música eletrônica:

Unsigned Track – Diogo Fukumoto – "All that plans" – Original Mix. by Diogo Fukumoto


Flash: Opus III – When You Made The Mountain (Original 1994).

Uma das mais escutadas por mim nos anos 90 seria Opus III com a “When you made the mountain” versão original.
Ouvi pela primeira vez no extinto programa q rolava na madrugada da Joven Pan SP chamado “Djalma Jorge”.
Era praticamente um programa de comédia, mas o playlist era senscional, só eletrônica q misturava underground com dance-music do HITPARADE.
A versão original, hoje em dia seria classificada como um Techno+Trance, ou algo parecido.
Lembrando que nenuhuma música eletrônica hj em dia, é puramente um estilo só, todas são uma boa mistura de estilos.

Abaixo o vídeo da versão original:

 


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