Matéria: Vinil / CD / MP3.
Não há como negar, o vinil bate em gde escala as outras mídias em qualidade. Em termos de alta fidelidade, o vinil tem mais resolução do que um CD.
O processo “direct cut” ( a matriz do LP é sulcada no exato momento da performance no estúdio: é como se a própria matriz fosse a fita master original) garante maior qualidade e fidelidade ao vinil.
É indiscutível a superioridade do som de um vinil, já que é analógico, mas mesmo assim, muita informação original é perdida, por causa do material usado: o vinil. O som é quase infinito na sua amplitude. A informação digitalizada em 0’s e 1’s não pode conter toda essa informação porque se o fizesse cada CD levaria meia dúzia de minutos de música. Assim sendo, o que é feita é uma Amostragem digital, isto é, seleccionam uma amplitude determinada (no caso do CD, 44 ou 48 kHz) e é só isso que vai para o CD. Todo o resto é cortado.
Quando se ouve um bom vinil ouve-se tudo o que a banda gravou. Tudo o que eles queriam que nós ouvíssemos. Um mau vinil terá praticamente tudo também, simplesmente não com a clareza e o brilho original. Eis o som analógico.
“Os seres humanos, até que se prove o contrário, são analógicos, não são ‘digitais’, e por isso reagem melhor ao som analógico. Se ouvir o mesmo álbum, nas mesmas condições e com material de igual qualidade, muito provavelmente preferirá ouvir em vinil. Testes ‘cegos’ (isto é, sem que os testados soubessem qual era o CD e qual o vinil) tiveram os resultados que se esperaria – a grande maioria das pessoas prefere o vinil. O som em vinil é quase sempre descrito como mais ‘quente’ e mais ‘profundo’. O som digital, quando comparado com o analógico, é descrito usualmente como mais ‘frio’ e ‘linear”
Infelizmente, como todo meio de armazenamento analógico, o vinil sofre deteriorações com o tempo, além de sempre termos que limpar o vinil antes de tocar para não desgastar a agulha e não ter os “soluços” no som, devido muitas vezes á sujidade no disco. Tínhamos também que trocar as agulhas de tempos em tempos, porque elas gastavam -se. Além disso, o vinil necessitava de um espaço enorme para serem guardados porque eram grandes e pesados.
Assim o CD revolucionou a indústria fonográfica por seu tamanho e capacidade. Quem é que imaginava que poderíamos ter 74 minutos de música em apenas um lado de um disco. Isso trazia muitas possibilidades, como músicas maiores do que 23 minutos, que era o limite tamanho do disco de vinil. Tudo isso, sem contar que o meio digital ótico de armazenamento é bem mais duradouro, já o MP3 é um formato de áudio compactado com perdas, tendo menos qualidade do que um CD, e, consequentemente, muito menos qualidade do que um vinil.
Andreia Costa.
Meu objetivo neste post ñ é a defesa do vinil, apenas esclarecimento.
Deixo claro q minha minha opção é pela digitalização, particularmente pela sua praticidade.
Dj diogo Ésse.
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